Fidelizar um cliente custa tempo, esforço e, geralmente, um bom histórico de atendimento. Perder ele pode levar só um episódio ruim.
Uma pesquisa global da PwC (“Experience is Everything: Here’s How to Get It Right”) mostrou que 32% dos consumidores parariam de comprar de uma marca que amam depois de apenas uma experiência ruim. Na América Latina, esse número é ainda mais alto: 49% dos consumidores latino-americanos afirmam que abandonariam uma marca querida após um único problema de atendimento.
O que pesa mais não é o erro — é o que vem depois dele
Problemas acontecem em qualquer operação: um prazo que atrasa, uma dúvida que demora a ser respondida, uma cobrança que não bate. O que determina se o cliente continua ou vai embora, na maioria das vezes, não é o erro em si — é como ele foi resolvido, e principalmente, com que velocidade.
Cliente sem histórico é cliente sem contexto
Um dos maiores motivos de atendimento ruim não é falta de boa vontade — é falta de contexto. Quando cada atendente começa do zero, sem saber o histórico daquele cliente, o atendimento vira genérico, lento, e frustrante pra quem já é cliente há tempos.
Ter o histórico de cada cliente centralizado — pedidos, conversas, pendências — é o que permite resolver problemas rápido, com contexto, antes que virem motivo de saída.
Gestão na Prática: reter um cliente custa menos do que conquistar um novo. E começa em como você responde no momento em que algo dá errado.
FONTE: PwC, Experience is Everything: Here’s How to Get It Right — Future of Customer Experience Survey (2018).


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