Abrir uma empresa é só o primeiro passo. Manter ela funcionando nos primeiros anos é o verdadeiro desafio.
Dados do IBGE mostram que, das empresas abertas em 2017, menos de 4 em cada 10 (37,9%) ainda estavam ativas cinco anos depois. Na prática, isso significa que a maior parte fecha as portas antes de completar um lustro de existência.
O que mais pesa na hora de fechar.
Uma pesquisa do Sebrae-SP com 2.800 empresas (“Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida”) foi direto às causas. Entre os empresários que fecharam o negócio: 55% nunca escreveram um plano de negócio antes de abrir, 46% não entendiam de fato os hábitos de compra do seu público, e 39% não sabiam quanto capital de giro seria necessário para manter a operação rodando.
Não é falta de vontade — é falta de visibilidade.
Nenhum desses três motivos é sobre trabalhar pouco ou não se esforçar. É sobre não enxergar, com clareza, o que está acontecendo dentro do próprio negócio: quanto entra, quanto sai, quanto falta pra próxima conta e quanto o cliente médio realmente vale.
É exatamente aí que um sistema de gestão faz diferença — não substitui o planejamento, mas dá ao empresário os números certos, na hora certa, pra decidir com segurança em vez de no escuro. Gestão na Prática: entender os números do seu negócio é o primeiro passo pra não fazer parte da estatística.
FONTE IBGE, Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo (2022); Sebrae-SP, Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida (2014).


Ainda não há comentários. Seja o primeiro a participar.